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DGS forma microinfluenciadores para difundir informação fidedigna sobre COVID-19

A Direção-Geral da Saúde (DGS), em parceria com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), promoveu uma formação de microinfluenciadores sociais, no dia 15 de abril.


A iniciativa, integrada no Projeto de Mobilização Social, da DGS, contou com mais de 200 participantes, membros de corpos de bombeiros, dos serviços municipais da proteção civil e da área social dos municípios.


O evento ocorreu em simultâneo nas cinco regiões de Portugal Continental: Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.


A Direção-Geral da Saúde iniciou este projeto em março de 2020, com o objetivo de formar microinfluenciadores sociais que irão difundir informação fidedigna e clara pela população na resposta à pandemia. Considera-se que o papel de agentes de saúde publica destes microinfluenciadores é imprescindível para alcançar todos os cidadãos, sem exceção, estimulando uma relação de confiança que promova a saúde.


São agora mais de 4 mil os agentes de saúde pública espalhados por todo o país, que realizam atividades nas suas comunidades para garantir que toda a população se encontra devidamente informada e apta a adotar os comportamentos recomendados.

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Atestado multiuso | Doentes oncológicos

O atestado médico de incapacidade multiuso para doentes oncológicos com diagnóstico recente passa a ser emitido pelo hospital onde os doentes são acompanhados.

 

Esta alteração decorre da publicação da Lei n.º 14/2021, de 6 de abril, que determina um regime transitório para a emissão do atestado médico de incapacidade multiuso para os doentes oncológicos, que passa a ser da responsabilidade do hospital onde o diagnóstico é realizado.

 

A confirmação do diagnóstico e a emissão do atestado será feita por um médico especialista diferente do médico que segue o doente.

 

Com este procedimento, o Governo pretende dar resposta à demora na marcação e realização das juntas médicas de avaliação de incapacidade, uma situação que se agravou devido à pandemia.

 

O atestado médico de incapacidade multiuso é um documento obrigatório para as pessoas com deficiência igual ou superior a 60% (como é o caso dos doentes oncológicos) puderem ver consagrado o direito de acesso aos benefícios sociais, económicos e fiscais previstos na lei, nomeadamente em sede de IRS, imposto único de circulação, despesas de deslocação, comparticipação de próteses e outras ajudas técnicas.

 

Refira-se também que a validade dos atestado médico de incapacidade multiuso que expiraram em 2019 ou 2020 foi prorrogada até 31 de dezembro de 2021, desde que acompanhados de comprovativo de requerimento de reavaliação com data anterior à data de fim da validade (ver Decreto-Lei n.º 99/2020, de 22 de novembro).

 

Fonte: SNS

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Portugal regista aumento da incidência entre os 0 e os 9 anos

O Diretor de Serviços de Informação e Análise da Direção-Geral da Saúde, André Peralta Santos, adiantou na terça-feira que Portugal regista atualmente “uma redução muito assinalável [da incidência de COVID-19] em todos os grupos etários”, mas, nas últimas semanas, verificou-se um aumento na faixa etária dos 0 aos 9 anos.

 

Segundo o responsável, observou-se uma inversão da tendência e um aumento na faixa etária dos 0 aos 9 anos de idades, que não está distribuído igualmente por todo o território.

 

André Peralta revelou que o aumento nas faixas etárias mais jovens é mais visível nas regiões do Grande Porto e de Lisboa e Vale do Tejo.

 

Adicionalmente, começa a registar-se também um aumento da incidência entre os 25 e os 55 anos, que traduz a população ativa.

 

Por outro lado, regista-se uma tendência de decréscimo na faixa etárias dos 80+, que é mais vulnerável à hospitalização e à morte por COVID-19.

 

Nas últimas semanas, sublinhou, Portugal assistiu também uma diminuição das hospitalizações e dos internamentos em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI), bem como da mortalidade.

 

Segundo o diretor da DSIA, “houve uma intensificação da testagem da semana 13 para a semana 14”, verificando-se que concelhos com maior incidência têm maior testagem”.

 

No mesmo período, houve uma diminuição da taxa de positividade, que é inferior a 4%.

 

Fonte: DGS

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