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DGS participa em estudo internacional para avaliar os serviços de saúde

A Direção-Geral da Saúde (DGS) está a coordenar um estudo a nível nacional que visa avaliar os cuidados de saúde prestados e incentivar os sistemas de saúde a centrarem-se mais nas pessoas e nas suas necessidades.


O acesso e a qualidade dos serviços de saúde, a capacitação do utente na gestão dos seus problemas de saúde, o impacto da pandemia COVID-19 no acesso e a qualidade de vida e o bem-estar físico e psicológico são alguns aspetos que serão avaliados.


Desenvolvida no âmbito do projeto PaRIS – Estudo Internacional sobre os Resultados e Experiências dos Utentes com os Serviços de Saúde, esta iniciativa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) permitirá avaliar os resultados e as experiências descritos por utilizadores dos cuidados de saúde. Pretende-se que o PaRIS seja para a Saúde o que o PISA é para a educação.


O estudo, em que participam 21 países, consistirá na aplicação de questionários tendo em vista a recolha de uma amostra de prestadores de cuidados de saúde primários das cinco Administrações Regionais de Saúde (ARS) de Portugal Continental e de uma amostra dos seus utentes.


Para além da DGS, estão envolvidos neste projeto os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) e a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Universidade NOVA de Lisboa (parceiro académico). Este projeto tem duas estruturas de apoio, pontos focais regionais e grupos consultivos constituídos por ordens, associações de profissionais de saúde e de doentes.


Fonte: DGS

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Banco de Leite Humano do Norte

O Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), no Porto, abriu esta segunda-feira, dia 26 de setembro, o Banco de Leite Humano do Norte, que vai servir a região norte do país.


Em declarações à agência Lusa, Maria João Baptista, diretora clínica do CHUSJ, refere que este projeto só tem paralelo no instalado na Maternidade Alfredo da Costa (MAC), em Lisboa. A diretora clínica explica que o Banco de Leite Humano do Norte tem a sua sede física no CHUSJ, mas destina-se a toda a região.


Com um investimento de meio milhão de euros, este equipamento nasce da requalificação da copa de leite do hospital, local onde é preparada a alimentação de bebés que não estão a ser amamentados.


Maria João Baptista destacou que o processo de doação, conservação, processamento e utilização do leite é muito auditado, "um processo que pauta por estar assegurada a segurança microbiológica do leite".


A diretora clínica do CHUSJ especificou que podem ser dadoras mães que tenham bebés saudáveis, que tenham leite suficiente para amamentar o seu bebé, tendo excedente de leite. Devem ser mães com bebés com menos de seis meses por causa da qualidade do leite que tem de ser adequada a um bebé recém-nascido.


Podem beneficiar deste leite doado bebés prematuros, cujas mães não estão biologicamente preparadas para amamentar, ou seja, devido à antecipação da chegada dos filhos ainda não tenham leite materno ou até o tenham mas não em quantidade suficiente. Também beneficiam deste projeto bebés internados por longos períodos nos serviços de neonatologia após, por exemplo, cirurgias longas ou recobros demorados, cujas mães até tinham leite, mas esse acabou durante o processo de recuperação do filho.


"O leite materno para todo e qualquer bebé, e muito mais para um bebé prematuro, é sem dúvida alguma o mais indicado para o desenvolvimento. Mas está cientificamente provado que na ausência de leite materno, se conseguirmos dar leite humano de dadoras, esse leite é seguro e a melhor alternativa porque confere benefícios", referiu a médica.


A equipa do Banco de Leite Humano do Norte junta farmacêuticos, especialistas em patologia clínica, nutricionistas, entre outros profissionais e técnicos.


Fonte: SNS

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250 mil pessoas vacinadas

“Já vacinámos cerca de 250 mil pessoas contra a COVID-19 e Gripe, em duas semanas”, anunciou o Ministro da Saúde, no dia 21 de setembro, apelando a que “as pessoas, quando chamadas, adiram à vacinação”.


Manuel Pizarro, em visita à Sala de Coordenação de Vacinação do SUCH – Serviço de Utilização Comum dos Hospitais, em Lisboa, salientou que “a prevenção deve começar antes do início do inverno”.


O Ministro da Saúde agradeceu ainda a todos os profissionais de saúde pelo “empenho extraordinário na campanha de vacinação” e deixou uma palavra de reconhecimento às Forças Armadas, nomeadamente ao Núcleo de Apoio ao Ministério da Saúde, bem como à SUCH, por “distribuir, em segurança e em tempo, as vacinas”.

O Ministro da Saúde participou numa reunião com o responsável do Núcleo Coordenador de Apoio ao Ministério da Saúde (NCAMS), Carlos Penha Gonçalves, na qual estiveram também a Secretária de Estado da Promoção da Saúde, Margarida Tavares, e a Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas.


A nova campanha de vacinação com vacinas de 2.ª geração adaptadas à variante Ómicron da covid-19 arrancou a 7 de setembro e pretende imunizar até dezembro cerca de três milhões de pessoas.


São elegíveis para serem vacinadas as pessoas com 60 ou mais anos de idade, os residentes e profissionais dos lares de idosos e da rede nacional de cuidados continuados, as pessoas a partir dos 12 anos com doenças de risco, as grávidas com 18 ou mais anos e doenças definidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e os profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados.


Fonte: SNS

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