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DGS | Manual de Dietas Hospitalares 2021

A Direção-Geral da Saúde (DGS), através do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável divulgou o “Manual de Dietas Hospitalares 2021”, um documento que pretende harmonizar as dietas hospitalares e a sua nomenclatura em todos os hospitais da rede do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Em paralelo foi publicado esta terça-feira, dia 26 de outubro, um despacho que determina que os contratos a celebrar para a prestação de serviços de fornecimento alimentar pelos estabelecimentos hospitalares do SNS devem ser elaborados em conformidade com o Manual de Dietas Hospitalares da DGS.

O fornecimento de alimentação saudável e adequada nos estabelecimentos hospitalares é uma das vertentes da prestação de cuidados de saúde de qualidade. Esta é determinante para a recuperação do doente, contribuindo diretamente para o seu bem-estar e qualidade de vida, para a redução da incidência de deficiências nutricionais e de desnutrição, para a redução de desperdícios alimentares, podendo ainda ter impacto em diversos outcomes de saúde, nomeadamente na redução do tempo de internamento e das complicações durante o período de internamento.

Fonte: SNS

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EMA inicia avaliação de novo medicamento para a COVID-19

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA na sigla em inglês), através do seu Comité de Medicamentos de Uso Humano (CHMP na sigla em inglês), iniciou uma avaliação contínua do medicamento antiviral oral molnupiravir (também conhecido como MK 4482 ou Lagevrio) para o tratamento de COVID-19 em adultos.

A decisão do CHMP para dar início a esta avaliação é baseada em resultados preliminares de estudos laboratoriais (dados não clínicos) e clínicos. Esses estudos sugerem que o medicamento pode reduzir a capacidade do SARS CoV 2 (o vírus que causa a COVID-19) de se multiplicar no corpo humano, evitando assim a hospitalização ou morte em pacientes esta doença.

Fonte: Infarmed

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Grávidas voltam a ter acompanhamento

Os serviços de saúde devem permitir a presença dos acompanhantes de grávidas nas consultas, urgências e internamento, segundo a atualização de uma norma da Direção-Geral da Saúde (DGS), que isenta quem tem a vacinação completa de realizar o teste à covid-19 para assistir ao parto.

Segundo a DGS, as unidades hospitalares devem assegurar as condições necessárias para garantir a presença de um acompanhante durante o trabalho de parto, sendo que este deve realizar um questionário clínico e epidemiológico. Se o acompanhante tiver o esquema vacinal completo há mais de 14 dias, fica isento da realização de testes de rastreio para o SARS-CoV-2.

No caso das mulheres grávidas com covid-19 pode ser considerada a restrição da presença de acompanhante, sempre que as condições existentes não assegurem a diminuição da propagação da infeção por SARS-CoV-2 a pessoas que possam vir a estar envolvidas nos cuidados ao recém-nascido no seio familiar.

A Direção-Geral da Saúde também atualizou esta quarta-feira, dia 27 de outubro, a norma “Covid-19: Cuidados ao Recém-nascido na Maternidade” no que respeita aos “critérios de fim de isolamento”.

Fonte: SNS

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