Mutilação Genital Feminina

A Direção-Geral da Saúde (DGS) assinala, a 6 de fevereiro, mais um dia de tolerância zero à Mutilação Genital Feminina (MGF), sensibilizando profissionais de saúde para a importância dos registos de casos de MGF na plataforma “Registo de Saúde Eletrónico (RSE– AP)”.


A prática da MGF constitui uma grave violação dos direitos das meninas e das mulheres, sendo condenada em diversos tratados e convenções internacionais, ratificadas por Portugal.


Para os dados clínicos da mutilação genital feminina foi criado um separador individualizado na plataforma Registo de Saúde Eletrónico (RSE – AP) onde é possível registar, para cada mulher submetida ao corte, informação considerada relevante para melhorar o conhecimento do fenómeno em Portugal.


É muito importante que os/as profissionais de saúde saibam identificar as situações de Mutilação Genital Feminina e que introduzam os registos dos seus achados na plataforma. Conhecer cada vez mais a realidade do fenómeno em Portugal é fundamental para melhorar o apoio às mulheres e meninas submetidas à prática ou que estão em risco de o ser, promovendo estratégias eficazes para a erradicação do fenómeno.


Para além disso, a utilização da plataforma SER – AP na prática clínica da abordagem a mulheres sujeitas a mutilação genital feminina funciona como um guia orientador da entrevista para profissionais de saúde.


Mais informações no site da DGS.

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