23-11-2021

TSF acompanha trabalho dos profissionais do INEM a propósito dos 50 anos do Serviço Nacional de Ambulâncias

A rádio TSF esteve, esta segunda-feira, dia 22, na sede do INEM, no Porto, para perceber como é o dia-a-dia de quem trabalha na emergência médica.

 

“Passam esta segunda-feira 50 anos desde que foi criado o Serviço Nacional de Ambulâncias (SNA), que deu origem ao INEM.

 

O Instituto Nacional de Emergência Médica foi criado em 1981, após o SNA ser extinto, com a missão de “instalar e gerir um Sistema Integrado de Emergência Médica, capaz de prestar de forma estruturada cuidados de emergência médica pré-hospitalar a todas as pessoas vítimas de acidente ou doença súbita”.

 

Desde a implementação dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), até ao estabelecimento de uma rede de meios de emergência nacional, o INEM tem como objetivo proporcionar um serviço de emergência médica pré-hospitalar acessível, eficaz e de qualidade.

 

Esta segunda-feira, a TSF esteve na sede do INEM, no Porto, para perceber o que mudou ao longo dos anos e como é o dia-a-dia de quem trabalha na emergência médica.

 

Madalena Sousa, técnica de emergência pré-hospitalar, afirmou, em declarações à TSF, que o INEM é “um grande apoio” para a população. “As pessoas confiam muito no INEM. Estamos sempre aqui prontos a ajudar”, garantiu.
Em 2020, os CODU do INEM receberam 1.309.000 chamadas, que levaram ao acionamento de 1.170.000 meios de emergência.

 

Ouvido pela TSF, o médico António Táboas, responsável pelo CODU a nível nacional, adiantou que, nesta altura, o INEM recebe mais chamadas do que no período pré-pandemia, mas o período mais crítico da Covid-19 obrigou a várias mudanças.

 

“Houve uma necessidade de adaptação desde os processos de triagem das chamadas de acordo com as orientações da DGS e o encaminhamento para as unidades hospitalares”, referiu, acrescentando que a capacidade de resposta também precisou de ser adaptada, “apoiando ainda mais o transporte inter-hospitalar”.

 

O INEM conta com um serviço de apoio psicológico. Andrea Rodrigues, do CAPIC – Centro de Apoio Psicológico e Intervenção em Crise, explicou à TSF que este serviço responde a “situações de crises de ansiedade, ataques de pânico, violência doméstica, violação e abuso sexual”.

 

Durante a pandemia, houve “mais pedidos de ajuda e agravamento de algumas sintomatologias”, por parte dos mais jovens, bem como das pessoas mais idosas.

 

O Centro de Apoio Psicológico do INEM funciona 24 horas por dia.”

 

Fonte: TSF

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