Covid-19 | Hospitais de referência

Ativados mais hospitais de referência em Lisboa, Porto e Coimbra.

 

A Direção-Geral da Saúde (DGS) ativou, no dia 24 e fevereiro, os hospitais de Santa Maria, São José (Lisboa), Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (Coimbra), e Santo António (Porto) para validar casos suspeitos de infeção pelo novo coronavírus (Covid-19).

 

Até à data apenas estavam ativados como hospitais de referência para estes casos o Curry Cabral e o Dona Estefânia, em Lisboa, e o São João, no Porto.

 

Além destas três unidades, passam a estar em prontidão para a eventualidade de surgirem mais casos suspeitos, devidamente validados por médicos, os hospitais de Santa Maria e S. José, em Lisboa, Santo António, no Porto, e o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (incluindo o hospital pediátrico).

 

Trata-se de hospitais de referência de «segunda linha» para a contenção da infeção pelo Covid-19.

 

A partir de quarta-feira, o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e o Hospital Curry Cabral passam a poder fazer análises laboratoriais aos casos suspeitos.

 

Até à data, as análises são feitas no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, em Lisboa, e, mais recentemente, no Hospital S. João, no Porto.

 

SNS – 2.000 quartos de isolamento

 

A Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, afirmou segunda-feira, dia 24 de fevereiro, em conferência de imprensa que existem 2 mil quartos de isolamento nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, muito embora «qualquer zona possa ser transformada numa zona de isolamento» caso venha a ser necessário.

 

Graças Freitas assegurou que as urgências hospitalares «estão em alerta» e «têm um espaço de isolamento», estando o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) a preparar o reforço de equipamento apropriado para que «qualquer ambulância» possa transportar até aos hospitais de referência pessoas suspeitas de terem o novo coronavírus.

 

Até agora, o transporte é feito com quatro ambulâncias do INEM de Lisboa, Porto, Coimbra e Faro.

 

«Temos que nos preparar e retardar as cadeias de transmissão», frisou Graça Freitas, na sede da DGS, onde fez o ponto da situação da infeção pelo Covid-19.

 

Segundo a responsável, Portugal não está livre de importar o novo coronavírus, família de vírus que causa infeções respiratórias como pneumonia.

 

Além das vítimas mortais na China continental, onde começou o surto do do Covid-19, já houve também mortos no Irão, Japão, na região chinesa de Hong Kong, Coreia do Sul, Filipinas, Estados Unidos e Taiwan. Na Europa, os países mais afetados são a Itália e a França.

 

Fonte: SNS

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